quinta-feira, 20 de maio de 2010

Trago-te sempre comigo...

Chamei por ti,

Não respondes-te, não me lembro sequer o som da tua voz, um sussurrar teu...
Limitas-te a colocar-me aqui, como um peão num tabuleiro de xadrez!
De olhos vedados joguei o teu jogo, com passadas curtas e breves fui avançando... Num caminhar de emoções que tu bem conheces...
E eu, pergunto?
Assistes…, observas…, mas,... não te manifestas!
O limiar do tempo, das horas, dos dias... tudo é agora o meu destino...
E que o meu destino seja o que tu próprio sempre desejas-te que fosse, e tornar-me orgulho para ti!
Mas mesmo não o sendo, e até mesmo te desiludindo eu sei que merecias mais esforço da minha parte, mas eu não sou nem serei tão forte quanto tu foste, posso até estar longe de ser o que querias que fosse, mas continuo a amar-te da mesma forma...
Por isso peço-te meu avô,
Ampara-me… como sempre o fizes-te…...

Saudade...

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